sábado, 21 de agosto de 2010

Trabalhos de Hermenêutica Simbólica

8. - Natanael = "Ofício, Prenda ou Serviço Divino"

- Bartolomeu = 1."Filho de 'Tholmai'", ou seja, "Filho do Sulco, do Corte, da Fenda ou do Talho"; 2. "Filho do Agricultor, por extensão da Agricultura" = "Semente, Planta Nova, Colheita e o Fruto do Trabalho na Terra, a Obra e o Ganho (em Dinheiro)"

- Natanael Bartolomeu = "Obra Divina enquanto Tipo de Fruto da Agricultura" = " Atenção, Cuidado e Esmero nos Três Trabalhos Divinos feitos pelo Homem: 1. O Culto à Deus ou Devoção; 2. O Cultivo de Si mesmo em prol da Evolução e da Regeneração Pessoais; 3. O Auxílio, o Serviço e o Socorro prestados ao Próximo em prol da Confraternização, da Evolução e da Regeneração Coletivas" = "Trabalho que rende Frutos" e por extensão "Trabalho sobre os Frutos já Obtidos"

- Profissão no mundo profano =

Explicação: O significado etimológico-onomástico referente ao nome próprio deste Discípulo declara cripto-dogmaticamente que o Cristão é entendido como um agricultor por excelência, até por que Jesus Cristo, como segundo Adão que é, também é um lavrador de terra. Tal como o primeiro Adão (Adam) que veio a lavrar a terra (Adamah), que é sua Mãe e Esposa (e também por conseqüência lógica também a Nossa Mãe e Esposa, porque somos B'nei Adam, isto é, somos "Filhos do Homem", filhos de Adão), da qual ele - o primeiro Adão - foi tomado. Pois assim como o Cristo (Mestre) é um lavrador de terra, também assim o Cristão (Discípulo) deve ser como afirma a sentença: "Ninguém que, tendo pôsto a mão no arado, olha para trás, é apto para o Reino de Deus." (Apud O Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo as Memórias de São Lucas - Cap. IX; vers. 62). Por isso, ele - o Cristão - sempre pratica dois tipos de Agricultura, sendo ambas reais e ambas literais: a Manual e a Intelectual-Emocional. Com os frutos da primeira Agricultura, que é a manual, ele dá o dízimo das primícias da sua colheita (prestando assim seu culto à Deus), serve aos visitantes de sua casa, aos seus hóspedes e pedintes mais pobres (prestando assim seu serviço ou socorro ao próximo), troca produtos com seus amigos vizinhos ou distantes etc. Já a segunda Agricultura, a Intelectual-Emocional, que citamos linhas acima, é feita em dois âmbitos - um individual e outro social, "cultivando" as "terras onde ninguém pisa", ou seja, os corações e as mentes dos homens. No âmbito individual, o Cristão "cultiva" a Si mesmo pelo Estudo e pelo Treino/Prática de uma disciplina composta de exercícios de finalidade ascética. E no âmbito social, "cultivando" os discípulos mais jovens também chamados neófitos (ou seja, as "plantas novas" do Jardim do Nosso Mestre) pelo Ensino*.

* = Isto explica a grande quantidade de Parábolas de Jesus Cristo, citadas nas Memórias dos Evangelistas, fazendo alusão à agricultura e as plantas, pois o Ensino é uma forma superior de Agricultura onde as boas Palavras são sementes e adubos, e onde os atos tomados enquanto exemplos e a presença física do Mestre são semelhantes a água e a Luz do Sol que vivificam as 'plantas'.

12. - Simão, Simeão = "Ouvinte"

- Zelote = "Guardador" - alcunha que se dá ao membro de um partido de nacionalistas e extremistas judeus que lutavam contra a ocupação romana atuante na Palestina...

- Simão (ou Simeão) Zelote = "Ouvinte que guarda, lembra, retém (a Palavra Ouvida, Ensinada)" = "Cultivo da Memória enquanto Dom de Deus"

- Profissão no mundo profano =

Explicação: O significado etimológico-onomástico referente ao nome próprio deste discípulo evoca a prática da mnemotecnia (ou arte mnenmônica) e das artes musicais (presididas pelas 'musas', que são divindades cultuadas pela Helenismo pré-Cristão como supostas inspiradoras das artes e das ciências entre os homens).

Uma questão que aqui se evoca é de uso cooptativo de conceitos de Teologia Pagã afim de serem aproveitados pelo Cristianismo de Vanguarda, como neste caso, o das nove musas helênicas, à saber:

x. Calíope = "Bela Voz", musa da eloqüência e da poesia épica seja através das artes da palavra: oratória, retórica e gramática, representada com uma tabuleta e um buril;

x. Clio = "Proclamadora" ou "Concessora de Fama", musa da história e da mitologia (hiero-história), representada com um rolo de pergaminho aberto parcialmente;

x. Érato = "Amável", "Doadora de Alegria (ou Júbilo)", musa da poesia lírica, representada manuseando uma pequena lira;

x. Euterpe = "Doadora de Prazeres", musa da poesia erótica, representada tocando uma flauta;

x. Melpomêne = "Poetisa", musa da tragédia teatral, representada portando uma máscara trágica, uma clava e uma grinalda;

x. Polímnia = "Muitos Hinos", musa das músicas de cunho cerimonial, erudito e sacro, representada usando um véu;

x. Talia = "Florescente", musa da jardinagem, da bricolagem (aranjos) com flores e da comédia teatral, representada com uma máscara cômica, com uma coroa de heras e um bastão;

x. Terpsícore = "Rodopiante", musa da dança, representada com a lira e com o plecto;

x. Urânia = "Celestial", musa da astronomia, representada com o globo celestial e o compasso;

terça-feira, 15 de junho de 2010

Meu Credo Juntacular

"Creio em um só SENHOR, nosso Deus e Pai;

Creio em Deus Pai Inefável,
Creio em Deus Pai Onipotente,
Creio em Deus Pai Proto-Demiurgo Criador dos Céus e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis, tangíveis e intangíveis, conforme é declarado pelos judeus na recitação da Shemá: "Ouve, ó Israel, o SENHOR teu Deus é Um Só", portanto dizei, ó Cristão: "Ouve, ó Moisés (nome do Cristão Crente), o SENHOR teu Deus é Um Só."





(Colocação do Tetragrama em Hebraico)

Creio no Santo Nome do SENHOR, bendito e adorado seja!

Creio no Anjo Santo, atributo do SENHOR, enquanto agente de manifestação tangível do Pai em suas Múltiplas Formas.

Creio no Espírito Santo, atributo do SENHOR, chamado Ruach ha-Kodesh ou Ruach ha-Kadosh, entre os Hebreus;
Creio no Espírito Santo, que procede do Pai, e que impele o Homem, para fazê-lo agir conforme a Vontade Divina;
Creio no Espírito Santo, que concede ao Homem, o Dom da Palavra de Profecia, e que falou e operou pela boca dos Profetas.

Creio no Livro da Lei, Deus Verbo feito Livro, Deus Verbo feito Lei, chamado Sepher ha-Torah, outorgada pelo SENHOR nosso Deus à Moisés, Nosso Mestre e Seu Profeta;

Creio em Jesus Cristo, Deus Filho ou Filho de Deus, Deus Verbo ou Verbo de Deus feito Lei,
Creio em Jesus Cristo, Deus Filho ou Filho de Deus, Deus Verbo ou Verbo de Deus feito Livro,
Creio em Jesus Cristo, Deus Filho ou Filho de Deus, Deus Verbo ou Verbo de Deus feito Homem,
Creio em Jesus Cristo, Deus Filho ou Filho de Deus, Deus Verbo ou Verbo de Deus feito Carne, Deutero-Demiurgo, Unigênito do Pai, Nosso Senhor, Rei tanto de judeus quanto de goeus ou gentios tornados também judeus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Verbo de Verbo, Deus Verdadeiro de Deus Verdadeiro, Homem verdadeiro de Homem verdadeiro; um Homem dentre os demais Homens, Símbolo do Homem-Humanidade tornado Um Só através dos laços do Amor Fraterno, sendo portanto Tipo Ideal dentre Tipos Divinos e Humanos, e também Mito Ideal dentre Mitos Divinos e Humanos; gerado, não criado, consusbstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos Céus, se encarnou no seio da Virgem Maria que O concebeu por obra do Sano e Santo Espírito, nasceu e se fez homem. Renasceu uma segunda vez, por obra de João Batista, pré-tipo de Cristo. Padeceu dolorosa paixão sob o domínio de Pôncio Pilatos e também por nós, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu a mansão dos mortos e abriu as portas dos Céus á eles - os mortos. Ressuscitou ao Terceiro Dia e ascensionou aos Céus. Está a direita de Deus Pai Onipotente, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos;

Enfim, creio em Jesus Cristo, entendido por mim como um outro Homem que deve ser tomado por Símbolo e Ideal de quem Eu mesmo Sou.

Creio no Mistério das Várias Santíssimas Trindades dispostas na Cruz de Jesus Cristo:
- Em Nome do Pai, do Anjo e do Espírito Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Espírito e do Anjo Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Anjo e do Filho Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Anjo e do Verbo Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Anjo e do Livro Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Anjo e da Lei Santa - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Anjo e do Homem Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Anjo e da Carne Santa - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Espírito e do Filho Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Espírito e do Verbo Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Espírito e do Livro Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Espírito e da Lei Santa - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Espírito e do Homem Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Espírito e da Carne Santa - (faz-se a persignação como Sinal da Cruz) - aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Filho e do Anjo Santo* - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.
(* = Aqui o Anjo Santo é visto como um Atributo de Deus Filho, um 2°. Consolador...)

- Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo* - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.
(* = Aqui o Espírito Santo é visto como um Atributo de Deus Filho, um 2°. Consolador...)

- Em Nome do Pai, do Verbo e do Anjo Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Verbo e do Espírito Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Livro e do Anjo Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Livro e do Espírito Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, da Lei e do Anjo Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, da Lei e do Espírito Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Homem e do Anjo Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, do Homem e do Espírito Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, da Carne e do Anjo Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

- Em Nome do Pai, da Carne e do Espírito Santo - (faz-se a persignação com o Sinal da Cruz) - presentes aqui e agora.

Creio em Israel, Povo Santo e Raça Eleita, Nação de Reis e Sacerdos, centrada em Judá, seu remanescente;

Creio na Una e Santa Madre Igreja: Católica e Ortodoxa, Apostólica e Patriárquica, Petrina e Romana;

Creio que esta Igreja é um só Homem em Espírito, creio que esta Igreja é Eterna, desde o tempo imediatamente depois de sua Fundação, e eu, fração desta Igreja, sou eterno como Ela, pois eu existirei enquanto esta Igreja existir, e eu viverei enquanto esta Igreja viver;

Creio na comunhão dos Santos; creio na Assunção do Cristo por Nós enquanto estes mesmos Santos e creio na comunhão das nossas Vontades e dos nossos Ideais; creio na Nossa Comunhão enquanto Santos que Somos e creio que Nós Todos Somos Um Só Homem;

Creio na remissão dos pecados;

Creio na eficácia dos Sete Sacramentos Aceitos enquanto veículos da Graça Santificante e creio na futura manisfestação dos inúmeros Sacramentos Cobertos, tesouros ocultos desta mesma Igreja;

Creio na conservação e na manutenção da vida na carne através dos Sacramentos;

Creio na Arcana Disciplina;

Creio nos Cinco Graus da Venerável Hierarquia;

Creio na Ressurreição da Carne;

Creio na Vida Eterna e no Mundo Vindouro, o Olam Habá.

Amém. E que Assim Seja!"

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Partes e Camadas do Homem

Introdução:

Minha proposição é que o He final usado na língua hebraica tende a indicar um princípio feminino de característica antiga, geradora e passiva, sujeita ao princípio masculino manifesto posteriormente. Exemplo: Adamah (Aleph - Daleth - Mem - He) _e_ Adam (Aleph - Daleth - Mem final).

Minha exposição acerca disto é que o barro ou a terra, por extensão, o planeta de nome Terra é a Mãe e esposa (ou seja, o princípio feminino anterior e gerador) do Homem-Humanidade enquanto princípio masculino complementar que deve desposá-la, tendo como conseqüência também cuidar dela e também cultivá-la/trabalhá-la, e jamais abusar dela.

O Princípio Feminino é ativamente Maternal, Anterior e Gerador _e_ o Princípio Masculino é passivamente Filial, Posterior e Gerado;

Por outro lado, o Princípio Masculino vem a se tornar ativamente Dirigidor, Protegedor, Dominador, Ordenador, Fecundador _e_ o Princípio Feminino tende a se tornar passivamente Dirigido, Protegido, Dominado, Ordenado e Fecundado pelo seu Complemento...

As Partes do Homem:

O Homem é composto por uma espécie de vários casamentos entre diferentes partes, e o estudo de Maassê Bereshit (a "Obra da Criação") convidá-nos a identificar cada uma destas outras partes que o Homem deve tomar para si como sua esposa:

I. Nahashah* _e_ Nahash*
Nahashah*(Num-He-Shin-He) é Sabedoria de Deus oculta em toda sua Obra (permeando tudo aquilo que existe); é a Anima Mundi, Sobrealma do Homem, cuja Divina Ciência Infusa se encontra Latente em toda parte.
Nahashah é o Conhecimento contido nas páginas do Liber Mundi, e que naturalmente é outorgado aqueles sabêm lê-lo. Esta Divina Sabedoria - Nahashah - é destinada a ser descoberta e utilizada pelo Homem da Queda e do Exílio, ao longo de sua jornada de Levante e de Retorno à sua Verdadeira Pátria, sendo que ela se manifesta em duas estâncias, sendo elas: uma de Ordem Superior que é: 1. a Percepção e a Ciência do Grande Arcano, de Posse do Homem, cuja Missio, entre outras, é trabalhar a sua devida exploração, testando todas as implicações concludentes que o Trabalho com esta Ciência resulte; 2. a Aquisição Total da Divina Ciência Infusa, presente: na Terra enquanto Mestra e Mãe que Ela É _x_ nos Locos enquanto Meios Circundantes Entre os Entes, sejam eles Proto-Naturais ou Artificiais, e retida na Luz Astral deles (destes mesmos Locos) _x_ de modo disposto e ordenado em graus, verificados nos ritos de passagem e nas etapas vivenciais, que ocorrem ao longo da Existência Física _x_ de modo disposto e ordenado em graus, sendo encontrada nos vários Planos de Existência: Físico, Hiperfísicos e Metafísico _x_ no Outro - teu Próximo, de forma escondida, e que é adquirida tomando-o pelo Símbolo que Ele É; 3. a Aquisição Total da Divina Ciência Infusa, decorrente da União ou Fusão entre as Consciências: do Deus Criador e do Homem Criado; dos Homens entre Si enquantos Irmãos que São; do Homem e da Terra... E a outra estância de Ordem Inferior que é a Aquisição, Constante e Crescente, da Auto-Consciência, do Entendimento e da Sabedoria feita pelo Homem decorrentes do Acúmulo de suas Experiências de Vida, adquiridas através do seu Esforço no Domínio de Dois Mundos: um que é Objetivo (ou seja, este que está a nossa volta), outro que é Subjetivo (aquele que está contido dentro do próprio Homem enquanto Indíviduo e Microcosmo).

Nahash*(Num-He-Shin) é o Homem-Espírito, ou melhor, é o Núcleo ou Sede do Homem-Espírito, o seu Desejo Ardente de: 1. Aspirar a Auto-Transcendência, a Divinização de Adam Ish (o Homem-Partícula), a Perfeição; 2. Evoluir enquanto Ser Individual; 3. Buscar e Encontrar a Si Mesmo; 4. Afirmar a Si Mesmo enquanto Espírito, o Próprio Livre-Arbítrio, o Indivíduo em oposição as correntes ou grilhões astrais do Turbilhão Social, isto é, Afirmar a Independência e a Auto-Suficiência dos Próprios Princípios em face do 'Zeutgeist' (ou 'Espírito da Época'); 5. Re-unir-se Consigo Mesmo, Reintegrar-se; 6. Espreitar (no sentido empregado por Carlos Castañeda em seus títulos, segundo o ensino de seu mestre Dom Juan) e Conhecer a Si Mesmo; 7. Preparar-se e Capacitar-se para Realizar sua Verdadeira Missio sobre a Terra...
Observação: Nahash aqui é visto como o Impulso Espiritual Primordial, o Verdadeiro Desejo ou Intento, a "Verdadeira Vontade", presente em Adam, que em essência e caráter de significado, é de pólo masculino, e como tal demonstra as seguintes características: é Auto-Consciente de sua Própria Ignorância, da Insuficência de seus Conhecimentos, e de sua Necessidade de Aprender cada vez mais; é Inteligente, sendo chamado de Astuto e de Esperto, pelos Esquemas que Elabora na Resolução de seus Desafios ou de seus Problemas; é Proponente de suas Próprias Teses diante da Grande Assembléia que é o Homem-Humanidade; quando muito presente em um Homem, Faz a este último Ser visto e interpretado erroneamente pelos Outros como Um Ser Arrogante; é Desobediente, quanto a Leis e Ordens Superiores, e Violento quando contrariado (sendo que no mundo, Ele sempre é contrariado); é Experiente...; é Observante do mundo à sua volta; é Absorvente de todo Conhecimento disponível; é Ganante e Perseverante, quanto aos seus Objetivos (sejam eles quiméricos ou não); é Impelinte de Adam Ish, para que este saia de sua Zona de Conforto e não estagne no meio do Caminho...

II. Chavah _e_ Chav*
Chav*(He-Vav) é a obra ou o feito material e exterior do Homem no mundo criado pelo SENHOR, ele é a marca de Chavah como Pessoa Co-Criadora na esfera de Olam: as casas, os veículos, os livros publicados e os textos escritos, os objetos frutos do Artíficio e do Trabalho de Adam Ishah _e_ de Adam Ish são Chav

III. Adamah (IV. Ganah* _e_ Gan*) _e_ Adam (V. Ishah _e_ Ish)
Ganah* é a mata nativa, parte de Adamah respectiva ao Meio Circundante entre os Entes em seu estado Proto-Natural, intocado pelo Homem.
Gan* é o jardim, a parte de Adamah destinada ao homem para cultivá-la e guardá-la, e onde também se encontra Beth, a casa do Homem, o seu local de moradia.

Hierarquia Angélicas (Modalidades do Homem):
1°.Hayot-ha Kodesh (Seres Santos Ocultos)
2°.Ofanim (Rodas que voltam)
3°.Erelim (Valentes)
4°.Hashmalim (Raios)
5°.Serafim (Ardentes e brilhantes)
6°.Malachim (Anjos)(Enviados)
7°.Elohim-Malkhi (Deuses Mensageiros enquantos Um Rei)
8°.Beni-Elohim (Filhos dos Deuses) + Bat-Adamim (filhas dos homens) = nephilim (gigantes)
9°.Querubim (Semelhantes as Crianças)
10°.Ishim (Homens Carnais)

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Valores da Linguagem Matemática

A questão do pensamento sistêmico faz parte realmente de um novo mapa da realidade que melhor se adequa a busca da síntese em prol de ferramentas que nos ajudem a compreender de forma mais acurada/abrangente a realidade. O ponto que realmente creio que o Dr. Clandestino contribuiu na Comunidade Ocultismo é o fato dele ter apontado para a Matemática enquanto um elo de conexão/tradução entre as duas divisões primordiais específicas da Filosofia, que são:
1 – A Cosmologia, abrangendo todas as Ciências que lidam o mundo exterior a Mente/Psiquê humana;

2 – A Psicologia, que abrange todo o Universo Interior (ou seja, Psíquico-Noético) do Homem, e suas conexões com outras coisas.
Particularmente, ele chamou-me a atenção para o estudo da Matemática enquanto ponte de comunicação entre a dita Ciência Oficial e os valores e teses inseridos dentro do Ocultismo, principalmente daqueles que ainda não foram conferidos e corroborados pela primeira.
Ainda sim penso que o Homem é mais complexo do certos teoremas matemáticos deixam antever, pois não é o Universo dependente da Matemática e sim a Razão do Homem é dependente dela para a leitura da mesma, fora que a matemática, enquanto ferramenta da Razão Humana, pode interpretar toda a Unidade Real (ou supostamente real) como uma porção de frações, revertidas em termos de cardinalidade, que naturalmente podem atingir o infinito. Os Entes são conceitos ligados a outras coisas como Verbos, Locos Dimensionais, Pronomes Indefinidos e por fim Números.
Os Números-Idéias indicam:
/Quantidade - Cardinalidade de:
xIdentidade Mística de Elementos aparentemente Aleatórios
xQualidade - Possibilidade - Classidade (de Algo)
xIdentidade do Sujeito Gramatical, classificado por um dentre dois estados, que são:
Singularidade (do Sujeito na oração)_ou_Pluralidade (do Sujeito na oração)
* Singular e Plural são Números Gramáticos;
/Modalidade - Ordinalidade - Gradualidade
/Comparabilidade Dialética entre Entes, classificados por duas proposições e/ou uma proposição seguida de conclusão Harmônicas entre si ligadas à:
Multiplicidade (de um) _e_ Fracionalidade - Parcialidade (de um - outro). Ex. 1 (para duas proposições): - Moisés comeu o dobro de tapioca que a Cidinha havia comido. _e_ Cidinha comeu a metade da tapioca que o Moisés havia comido.
Ex. 2 (para uma proposição e uma conclusão): - Cidinha comeu a metade da tapioca que o Moisés havia comido, então o Moisés comeu o dobro da tapioca que a Cidinha havia comido.
Categoremática: estudo dos Pronomes

Matemática e Números Matemáticos: enquadrados no Conjunto Natural, enquadrados no Conjunto Inteiro (que sobrepoem-se sobre Naturais e Anti-Naturais),

Categorias Aristotélicas: Ente (por ex.: Homem), Nome, Veículo (por ex.: Corpo), Substância do Veículo (por ex.: Carne), Quantidade (por ex.: Um), Qualidade do Veículo (por ex.: tem Forma, tem Massa), Relação ou Comparação Quantitativa (por ex.: Dobro, Metade, Maior), Loco (por ex.: na sala, no quarto), Tempo (por ex.: ontem, ano passado), Estado do Veículo (por ex.: sentado, deitado), Hábito do Veículo (por ex.: armado, vestido, calçado), Ato ou Verbo do Veículo (cortar algo), Passo do Veículo (Sofre o efeito do Ato, tipo de causa).

Eis o Axioma da Teoria dos Conjuntos:

"Todo o Ente é um Grupo, e todo Grupo é um Ente."

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Capítulo XX do Livro do Apocalipse de São João Apóstolo

Versículos:
1. Então vi descer do céu, um anjo; tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente.
2. Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos;
3. lançou-o no abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até se completarem os mil anos. Depois disto é necessário que ele seja solto pouco tempo.
4. Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da Palavra de Deus, tantos quantos não adoravam a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.
5. Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição.
6. Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário serão sacerdotes de Deus e de Cristo; e reinarão com ele os mil anos.
7. Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto de sua prisão,
8. e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuní-los para a peleja. O número desses é como a areia do mar.
9. Marcharam então pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu , porém, fogo do céu e os consumiu.
10. O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde também se encontram não só a besta como o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite pelos séculos dos séculos.
11. Vi também um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.
12. Vi também os mortos, grandes e pequenos, postos em pé diante do trono. Então se abriram livros. Ainda outro livro, o livro da vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.
13. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.
14. Então a morte e o inferno forma lançados para dentro do lago do fogo. Esta é a segunda morte, o lago do fogo.
15. E, se alguém, não foi achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Capítulo XXI do Livro do Apocalipse de São João Apóstolo

Versículos:
1. Vi então um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra haviam desaparecido, e o mar já não existia.
2. Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do Céu, de junto de Deus, formosa como a esposa que se enfeitou para o esposo.
3. Ouví uma voz forte que saía do Trono e dizia: "Esta é a tenda de Deus entre os homens. Ele vai morar com eles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus com eles habitará e será o seu Deus."
4. "Enxugará as lágrimas de seus olhos e a morte não mais existirá. Não haverá mais luto, nem pranto, nem dor, porque tudo isso já passou."
5. E aquele que estava sentado no Trono, disse: "- Eis que faço novas todas as coisas." E acrescentou: "- Escreve, porque estas palavras são dignas de fé e verdadeiras."
6. Disse-me, então: "- Está feito. Eu Sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, darei gratuitamente da fonte da água da vida."
7. "Quem vencer, herdará essas coisas. Serei o seu Deus e ele será o meu filho."
8. "Os covardes, os infiéis, os corruptos, os assassinos, os devassos, os feiticeiros, os idólatras e todos os mentirosos terão sua parte no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte."
9. Então veio um dos sete anjos que tinham as taças cheias das últimas sete pragas, e me disse: "- Vêm! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro!"
10. Levou-me em espírito ao alto de uma grande montanha, e mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, que descia do Céu, de junto de Deus.
11. Tinha a Glória de Deus. O seu brilho era semelhante ao da pedra mais preciosa, como uma pedra de jaspe cristalino.
12. Tinha um muro grande e alto com doze portas. Sobre as portas haviam doze anjos e doze nomes escritos. Os nomes são das doze tribos de Israel.
13. Do lado do oriente havia três portas, do lado do norte três portas, do lado do sul três portas e do lado do poente três portas.
14. A muralha da cidade tinha doze pedras fundamentais. Sobre elas estavam os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
15. Quem falava comigo tinha uma vara de ouro para medir a cidade, as portas e a muralha.
16. A cidade era quadrangular; o comprimento era igual a largura. Ele mediu a cidade com a vara. Tinha doze quilomêtros sendo iguais o comprimento, largura e altura.
17. Mediu a muralha. Tinha cento e quarenta e quatro metros. O Anjo usava medidas humanas.
18. A muralha era de jaspe, e a cidade era de ouro puro, semelhante ao cristal puro.
19. As pedras fundamentais da muralha estavam enfeitadas com diferentes espécies de pedras preciosas: a primeira de jaspe, a segunda de safira, a terceira de calcedônia, a quarta de esmeralda,
20. a quinta de sardônica, a sexta de cornalina, a sétima de crisólito, a oitava de berilo, a nona de topázio, a décima de crisópraso, a décima primeira de jacinto e a décima segunda de ametista.
21. As doze portas eram doze pérolas, e cada porta era feita de uma só pérola. A praça da cidade era de ouro puro, parecendo cristal transparente.
22. Não vi nela nenhum Templo, pois o seu Templo é o SENHOR Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro.
23. A cidade não precisa nem de sol nem de lua para ficar iluminada. Pois a Glória de Deus a ilumina, e o Cordeiro é sua luz.
24. As nações caminharão a sua luz, e os reis da terra levarão até ela o esplendor das suas nações. 25. As suas portas não precisam ser fechadas a cada dia, pois não haverá noite;
26. por elas lhe chegarão o esplendor e as riquezas das nações.
27. Nela não entrará coisa alguma impura, nem quem cometa abominações e diga mentiras, mas somente os que estão inscritos no livro da vida, que pertence ao Cordeiro.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Capítulo XXII do Livro do Apocalipse de São João Apóstolo

Versículos:
1. Mostrou-me então um rio de água da vida pura como cristal, que saía do Trono de Deus e do Cordeiro.
2. No meio, da praça, de um e de outro do rio, está a árvore da vida que produz doze frutos, cada um em um mês. As folhas da árvore servem para curar as nações.
3. Já não haverá maldição alguma. O Trono de Deus e do Cordeiro estarão na cidade, e os seus servos lhe prestarão culto.
4. Verão sua face e trarão o seu Nome nas frontes.
5. Não haverá mais noite; não haverá mais necessidade da luz da lâmpada, nem da luz do Sol, porque o SENHOR Deus os iluminará, e eles reinarão pelos séculos dos séculos.
6. Então ele me disse: "- Estas são palavras dignas de fé e verdadeiras, pois o Senhor, o Deus que inspira os profetas, enviou o seu anjo para mostrar aos seus servos o que deve acontecer em breve."
7. "- Eis que venho em breve. Feliz aquele que guardar as profecias deste livro."
8. Eu, João, ouvi e vi estas coisas. depois de as ter ouvido e visto, prostrei-me para adorar o anjo que me havia mostrado tudo isso.
9. Ele, porém, me disse: "- Não faças isto. Sou um servo como tu e teus irmãos, os profetas, e os que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus."
10. E disse ainda: "- Não guardes em segredo as palavras da profecia deste livro, por que o tempo está próximo."
11. "- Quem é injusto continue na injustiça, quem é sujo continue com sua sujeira, mas quem é justo continue praticando a sua justiça, e o santo, santifique-se ainda mais."
12. "- Eis que venho em breve, trazendo comigo a minha recompensa, para recompensar a cada um segundo as suas obras."
13. "- Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim."
14. "- Felizes os que lavam as suas vestes para terem direito a árvore da vida e a entrar na cidade santa pelas portas."
15. "- Ficarão de fora os que se prostituem, os feiticeiros, os devassos, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira."
16. "- Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos dar testemunho destas coisas sobre as Igrejas. Eu sou a raiz e a descendência de Daví, a estrela brilhante da manhã."
17. O Espírito e a Esposa dizem: "Vem." Aquele que ouve também diga: "Vem." Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.
18. Eu declaro a todo aquele que escuta as palavras da profecia deste livro: "Se alguém acrescentar alguma coisa, Deus acrescentará a ele as pragas escritas neste livro."
19. "- E se alguém tirar alguma coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a parte da árvore da Vida e da cidade santa, que estão descritas neste livro."
20. Quem dá testemunho destas coisas diz: "Sim, eu venho em breve." Amém. Vem, Senhor Jesus.
21. A graça do Senhor Jesus esteja com todos.

Minha Crítica acerca do Texto:
A questão do Trono de Deus e do Cordeiro são afirmações que alteram o Antigo Testamento, pois o Cordeiro de Deus (isto se este for encarado como sendo o Messias do Antigo Testamento) aqui é apresentado como co-soberano ao lado do SENHOR e não simplesmente como o servo e príncipe do Templo, descrito no livro de Ezequiel, aquele que oferecerá sacríficios cruentos ao SENHOR em seu nome e em nome de todo o povo.
Aqui também é constatado que aqueles que se assentam sobre os Tronos (Deus e o seu Cordeiro)dentro da cidade são as fontes notórias da Imortalidade, que são aqui obtidas através do beber e do banhar-se nas águas correntes do rio da vida, e no tomar e comer dos frutos da árvore da vida, suspostamente fazendo-se estes últimos atos uma vez por mês.
A Cidade Santa é o local aonde são banidos todos os males, sendo a perfeita harmonia lá manifesta resultante das vontades individuais dos homens unidas a de seu Deus, pois servir a Deus (querer e buscar entender a sua Vontade e obedece-Lo) é reinar sobre o mundo.
A Cidade Santa como que absorve também todos os elementos do primevo Jardim das Delícias, sendo o local paradisíaco final.
A árvore da vida apresentada no segundo versículo é uma outra questão interessante, visto não ser ela semelhante a árvore da vida que está no meio do Jardim das Delícias, pois não se conhece a chave de interpretação dessa passagem.
Existem perguntas a se fazer:
1°. Esta árvore da vida também poderia evocar a algum diagrama místico tal como o é no Judaísmo, embora não seja a mesma?
2°. Se for esta primeira resposta afirmativa, de que Tradição Espiritual ela, esta segunda árvore da vida, se origina?
Esta árvore da vida produz apenas doze frutos por ano, um para cada mês, e suas folhas servem para curar as nações.
Mais Perguntas:
3°. Estes doze meses fazem parte do calendário judaico, grego ou romano? Ou dos três?
4°. Que outra coisa esta segunda árvore da vida poderia significar?
Há também a profecia messiânica de que os servos do SENHOR e de seu Cordeiro prestarão culto a eles, ou seja, terão a cumprir um ministério Sacerdico, um culto aos Reis da Cidade Santa, e ela será governada por um verdadeiro sistema de Teocracia.
Os servos verão a Deus e ao seu Cordeiro face a face, ou seja, eles se manifestarão tangivelmente aos seus olhos, e terão inscritos sobre suas frontes/testas os Nomes de ambos.
Aqui se vê a idéia evocativa do cumprimento do primitivo desejo infantil (ou seria aspiração) de todos nós, ver a Deus com nossos olhos.
Mais perguntas:
5°. Quanto a abolição da noite, quanto isto se sucederá, ou aonde se sucederá? Acaso é em outro local, fora deste plano de existência ou fora mesmo do Universo com suas miríades de planos e mundos?
Aparentemente a abolição da noite significa também abolição do sono e das trevas vivendo o crente ou obediente numa constante vigília de serviço ao SENHOR, também poderia se entender como a habitação da Glória do SENHOR em seus servos, fazendo-os resplandecer como as luzes diversas: o sol, a lua e as estrelas, as lâmpadas e as velas, e assim não precisar mais delas.